Sabes, gostava que soubesses algo. É algo meu, algo íntimo e que preferia não frisar mas se o faço é porque assim o é necessário.
Sendo o mais sincera possível, eu só gostava que tivesse sido bom, que tivesses feito o teu papel e cumprisses uma das missões neste mundo, eu não acho que fosse ser assim tão difícil. Gostava tanto de poder mencionar te com orgulho e amor e, em vez disso, sempre que friso o teu nome sinto um vazio, sinto a não correspondência, a falta de amor, de colo, de conforto. Era suposto sabes, tu sabes que era. Diz me, diz me apenas isso, porque é que não é?
É tão injusto, é um sentimento tão triste e tão repleto de crueldade. Quando era pequena, perante toda aquela nossa inocência infantil, desejei ser como tu - " Quando crescer, quero ser grande como tu, mãe. ", pena que tudo isso pertença ao passado.
Os ventos sopraram e os tempos mudaram, e quando se mudam os ventos mudam se as vontades, e hoje.. oh hoje, tudo o que queria era abrir os olhos e perceber que isto é nada mais que um pequeno, grande, pesadelo. Hoje tudo o que queria era algo melhor, mais verdadeiro, mais real e tudo o que peço é que quando for grande não cresça como tu, não viva como tu e, que em altura alguma, me aparente contigo. Jamais.
E os ventos podem soprar, os tempos podem mudar, o mundo pode girar mas há coisas que não mudam, mantêm se intactas mediante as circunstancias, e o que sinto neste momento é um exemplo disso. Nunca mais. Nada nem ninguém, Nunca mais conseguirei preencher tamanho vazio, ou recuperar de tal perda, porque mãe há só uma e eu perdi a minha.
E um dia tu entenderás, algures por aí às de, finalmente, entender.
Sendo o mais sincera possível, eu só gostava que tivesse sido bom, que tivesses feito o teu papel e cumprisses uma das missões neste mundo, eu não acho que fosse ser assim tão difícil. Gostava tanto de poder mencionar te com orgulho e amor e, em vez disso, sempre que friso o teu nome sinto um vazio, sinto a não correspondência, a falta de amor, de colo, de conforto. Era suposto sabes, tu sabes que era. Diz me, diz me apenas isso, porque é que não é?
É tão injusto, é um sentimento tão triste e tão repleto de crueldade. Quando era pequena, perante toda aquela nossa inocência infantil, desejei ser como tu - " Quando crescer, quero ser grande como tu, mãe. ", pena que tudo isso pertença ao passado.
Os ventos sopraram e os tempos mudaram, e quando se mudam os ventos mudam se as vontades, e hoje.. oh hoje, tudo o que queria era abrir os olhos e perceber que isto é nada mais que um pequeno, grande, pesadelo. Hoje tudo o que queria era algo melhor, mais verdadeiro, mais real e tudo o que peço é que quando for grande não cresça como tu, não viva como tu e, que em altura alguma, me aparente contigo. Jamais.
E os ventos podem soprar, os tempos podem mudar, o mundo pode girar mas há coisas que não mudam, mantêm se intactas mediante as circunstancias, e o que sinto neste momento é um exemplo disso. Nunca mais. Nada nem ninguém, Nunca mais conseguirei preencher tamanho vazio, ou recuperar de tal perda, porque mãe há só uma e eu perdi a minha.
E um dia tu entenderás, algures por aí às de, finalmente, entender.
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